O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, afirmou que o Governo Federal irá reconhecer a situação de emergência nos municípios pernambucanos afetados pelas chuvas. A declaração foi dada após reunião com a governadora Raquel Lyra (PSD), no Palácio do Campo das Princesas.
Segundo o ministro, a atuação ocorre sob orientação direta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem acompanhado de perto a situação em Pernambuco e também na Paraíba.
“Estou aqui em nome do presidente Lula, que tem falado todos os dias comigo sobre os eventos aqui de Pernambuco. Ele me recomendou pessoalmente vir aqui, reunir com a governadora e sua equipe”, afirmou.
Antes da reunião, Waldez participou de um sobrevoo por áreas atingidas, acompanhado da governadora e de técnicos do governo federal. De acordo com ele, o momento permitiu compreender de forma detalhada os impactos das chuvas e as ações já adotadas pelo Estado.
Durante o encontro, foi feito o reconhecimento sumário da situação de emergência, habilitando órgãos federais a atuarem de forma integrada no apoio aos municípios.
“O reconhecimento permite que todos os órgãos do Governo Federal, além do ministério responsável pela Defesa Civil, possam atuar imediatamente”, explicou.
Entre os municípios já contemplados, Timbaúba, na Mata Norte, teve o decreto reconhecido e recebeu a liberação de R$ 1,18 milhão para ações de reparação dos danos causados pelas chuvas.
Waldez Góes também destacou que o governo estadual apresentou propostas voltadas à prevenção de novos desastres, incluindo obras estruturais que envolvem diferentes pastas federais, como o Ministério das Cidades.
O ministro adiantou ainda que a governadora terá agenda em Brasília nesta terça-feira (5), quando participará de reuniões com ele e com representantes de outras áreas do governo federal para aprofundar o planejamento de ações.
“Vamos avançar nessas discussões em Brasília, com mais detalhamento, para garantir não só a resposta emergencial, mas também investimentos que aumentem a resiliência das cidades”, concluiu.
































