A morte do menino Bryan Henrique de Souza de Barros, de 7 anos, após se afogar em uma piscina de parque aquático em Olinda, no Grande Recife, gerou comoção e levantou questionamentos sobre possíveis falhas de segurança no local. Em entrevista à TV Globo, um tio-avô da criança afirmou que houve negligência e que a família pretende buscar esclarecimentos sobre o caso.
O afogamento aconteceu na tarde do sábado (25), no Olinda Via Park, no bairro de Sapucaia. Segundo testemunhas, o garoto foi encontrado desacordado dentro da piscina e retirado da água por uma cliente. Em seguida, uma bombeira civil prestou os primeiros socorros antes de a vítima ser encaminhada a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde não resistiu.
De acordo com familiares, o parque não possuía sinalização indicando a profundidade da piscina nem restrições claras para o acesso de crianças. O tio-avô da vítima também destacou a ausência de salva-vidas no local no momento do acidente. O caso está sendo investigado pela 7ª Delegacia Seccional de Olinda.
Bryan foi enterrado no domingo (26), no Cemitério de Santo Amaro, no Recife. Em nota, o Olinda Via Park informou que suspendeu as atividades por tempo indeterminado, prestou socorro imediato à vítima e está colaborando com as autoridades, além de manter contato com a família para oferecer apoio e assistência.






























