Faleceu Helena Rodrigues da Silva, conhecida como Heleninha, filha do ceramista Zé Caboclo e de Dona Celestina, nomes de grande relevância para a história do artesanato em barro de Caruaru, especialmente no Alto do Moura.
Zé Caboclo foi um dos principais ceramistas da sua geração e é reconhecido como o primeiro discípulo de Mestre Vitalino. Foi ele quem contribuiu diretamente para a criação de elementos marcantes das peças em barro, como o uso das pequenas bolinhas nos olhos dos bonecos e a inserção de arame nas esculturas, recursos que se tornaram características do artesanato figurativo da região.
Ao lado de Mestre Vitalino e de Manoel Dócio, Zé Caboclo formou um dos trios mais importantes da cerâmica popular pernambucana. Os três ajudaram a consolidar temas tradicionais como conjuntos de maracatu, bumba meu boi e cenas do cotidiano nordestino, fundamentais para a identidade cultural do Alto do Moura.
Dona Celestina também teve papel relevante nesse legado cultural. Ela produzia delicadas panelinhas miniatura de barro, peças artesanais que encantavam pela simplicidade e beleza, contribuindo para a tradição familiar e artística.
Para Amélia Campelo, Historiadora com Especialização em Museologia, Caruaru se despede de Helena Rodrigues, primogênita de Zé Caboclo e Dona Celestina, irmã de Marliete Rodrigues (Patrimônio Vivo de Pernambuco), Socorro Rodrigues (Patrimônio Vivo de Caruaru), Carmélia, Horácio, Paulo, entre outros. Leninha, deixa saudade pela doçura e pelo carinho com todos.
O velório de Helena Rodrigues da Silva acontece neste momento na casa de Zé Caboclo, no Alto do Moura, reunindo familiares, amigos e membros da comunidade que reconhecem a importância histórica e cultural deixada por sua família. O sepultamento está previsto para acontecer no cemitério do, nomes de grande relevância para a história do artesanato em barro de Caruaru, especialmente no Alto do Moura.
Zé Caboclo foi um dos principais ceramistas da sua geração e é reconhecido como o primeiro discípulo de Mestre Vitalino. Foi ele quem contribuiu diretamente para a criação de elementos marcantes das peças em barro, como o uso das pequenas bolinhas nos olhos dos bonecos e a inserção de arame nas esculturas, recursos que se tornaram características do artesanato figurativo da região.
Ao lado de Mestre Vitalino e de Manoel Eudocio, Zé Caboclo formou um dos trios mais importantes da cerâmica popular pernambucana. Os três ajudaram a consolidar temas tradicionais como conjuntos de maracatu, bumba meu boi e cenas do cotidiano nordestino, fundamentais para a identidade cultural do Alto do Moura.
Dona Celestina também teve papel relevante nesse legado cultural. Ela produzia delicadas panelinhas miniatura de barro, peças artesanais que encantavam pela simplicidade e beleza, contribuindo para a tradição familiar e artística.
Para Amélia Campelo, Historiadora com Especialização em Museologia, Caruaru se despede de Helena Rodrigues, primogênita de Zé Caboclo e Dona Celestina, irmã de Marliete Rodrigues (Patrimônio Vivo de Pernambuco), Socorro Rodrigues (Patrimônio Vivo de Caruaru), Carmélia, Horácio, Paulo, entre outros. Leninha, deixa saudade pela doçura e pelo carinho com todos.
O velório de Helena Rodrigues da Silva acontece neste momento na casa de Zé Caboclo, no Alto do Moura, reunindo familiares, amigos e membros da comunidade que reconhecem a importância histórica e cultural deixada por sua família. O sepultamento está previsto para acontecer no cemitério do






























