O novo salário mínimo nacional de R$ 1.621 entra em vigor oficialmente nesta segunda-feira (2), já refletido nos contracheques referentes a janeiro. O valor representa um reajuste de 6,79%, equivalente a R$ 103 a mais em relação ao mínimo anterior.
O aumento foi estabelecido pelo Decreto 12.797/2025 e segue a nova política de valorização do salário mínimo, que leva em conta a inflação do ano anterior (INPC) e o crescimento real do PIB, com limite de 2,5% acima da inflação, conforme regras do arcabouço fiscal.
Como foi calculado o reajuste:
Inflação (INPC): 4,18%
Crescimento real do PIB: 3,4% (limitado a 2,5%)
Reajuste total: 6,79%
Valores em 2026:
Mensal: R$ 1.621
Diário: R$ 54,04
Hora: R$ 7,37
Impacto na economia
Segundo o Dieese, o novo mínimo impacta 61,9 milhões de brasileiros e deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia em 2026. O governo estima um impacto fiscal de R$ 110 bilhões, considerando também a isenção do Imposto de Renda. Só na Previdência Social, o custo adicional previsto é de R$ 39,1 bilhões.
INSS:
Benefícios no piso: R$ 1.621
Benefícios acima do piso: Reajuste de 3,90%
Teto do INSS: R$ 8.475,55
Alíquotas de contribuição (CLT):
Até R$ 1.621: 7,5%
R$ 1.621,01 a R$ 2.902,84: 9%
R$ 2.902,85 a R$ 4.354,27: 12%
R$ 4.354,28 a R$ 8.475,55: 14%
Autônomos e MEIs:
Plano normal (20%): R$ 324,20
Plano simplificado (11%): R$ 178,31
MEI e baixa renda (5%): R$ 81,05
Seguro-desemprego:
Parcela mínima: R$ 1.621
Parcela máxima: R$ 2.518,65
Salário-família:
R$ 67,54 por dependente, para quem recebe até R$ 1.980,38
Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago nesta segunda (2)
O novo salário mínimo nacional de R$ 1.621 entra em vigor oficialmente nesta segunda-feira (2), já refletido nos contracheques referentes a janeiro. O valor representa um reajuste de 6,79%, equivalente a R$ 103 a mais em relação ao mínimo anterior. O aumento foi estabelecido pelo Decreto 12.797/2025 e segue a nova política de valorização do […]






























